Centrais sindicais se reunem para discutirem agenda unitária de mobilizações (26/09/2017)

  • As centrais sindicais (CTB, UGT, Nova Central, Força Sindical, CUT e CSB) se reuniram para discutirem agenda unitária de mobilizações, pois os próximos passos são lutar contra a Reforma da Previdência e as consequências desastrosas que a Reforma Trabalhista trará ao trabalhador a partir de novembro.

    O movimento sindical brasileiro precisa ter uma luta concreta e voltada para a base e conscientizar os trabalhadores o quão ruim são essas reformas.

    E a mobilização se inicia em 3 de outubro próximo, aonde as centrais sindicais estarão junto com os petroleiros defendendo a Petrobras.

    A união de todos os trabalhadores será essencial para a mudança, não somente das reformas, mas também economicamente e politicamente. Esse é o momento da união de todos.

     

    Em reunião na sede da CUT, em São Paulo, as centrais sindicais fecharam unidade em defesa das empresas estatais e definiram que estarão juntas no próximo dia 3, no Rio de Janeiro, dia do aniversário da Petrobras.


    O ato na capital carioca terá concentração às 11h diante da Eletrobrás e caminhada até a sede da Petrobrás em uma manifestação contra a entrega da empresa e de outros patrimônios públicos.


    Os dirigentes também fecharam apoio à campanha contra a votação da Reforma da Previdência e definiram que se o Congresso Nacional colocar a proposta em votação, o Brasil vai cruzar os braços em defesa das aposentadorias e dos direitos Seguridade Social.


    Uma reunião vai definir também a estratégia das centrais diante da iminente aplicação da Reforma Trabalhista que deve entrar em vigor no dia 13 de novembro.


    A CUT já colocou nas ruas uma campanha nacional de coleta de assinaturas para revogar a reforma. O objetivo é coletar ao menos 1,3 milhão de assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que rouba diversos direitos trabalhistas e coloca em ação a terceirização sem limites, conforme aponta o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.


    “Nossa campanha se encerra no dia 9 de novembro e depois entregaremos o resultado de nossa mobilização no Senado, quando diversas categorias da Central estarão em Brasília para cobrar responsabilidade dos parlamentares. Acreditamos e defendemos que as centrais estejam unidas neste momento para impedir que roubem todos os nossos direitos e transformem o mercado de trabalho em uma terra sem lei”, apontou.

    Fonte: Luiz Carvalho - CUT Nacional

Copyright © SINDFESP - Todos os direitos reservados
Desenvolvido por E-Assis