Enquete

Qual seu candidato para governar o Estado de São Paulo nos próximos 4 anos?

Edson Dorta (PCO – 29)

João Doria (PSDB -45)

Luiz Marinho (PT – 13)

Major Costa e Silva (DC – 27)

Marcelo Candido (PDT -12)

Marcio França (PSC – 40)

Paulo Skaf (MDB – 15)

Prof. Claudio Fernando (PMN – 33)

Profª Lisete (PSOL – 50)

Rodrigo Tavares (PRTB – 28)

Rogerio Chequer (NOVO – 30)

 

Diga-me o que postas e te direi quem és! (30/09/2018)

  • Estamos sendo vigiados o tempo todo e precisamos aprender a lidar com isso!
    Por Fernando Mantovani

    Em nosso dia a dia na Robert Half, não utilizamos o comportamento nas redes sociais como principal parâmetro para selecionar candidatos. Nosso filtro tem como base: um banco de dados em constante atualização; o relacionamento dos consultores com profissionais do mercado; e indicações. E é em decorrência dessa última fonte citada – as indicações – que você deve ter atenção quando se expõe no ambiente virtual.

    Eu sei que é muito chato ficarmos nos policiando a cada like, postagem ou compartilhamento. Mas, o mundo atual é assim. Somos julgados – e muitas vezes julgamos – com base em reações e opiniões que sugerem falta de tolerância, educação, comprometimento ou senso analítico e crítico (no caso, por exemplo, do compartilhamento de Fake News), entre outras características que tendem a não serem bem-vindas, no ambiente social ou corporativo.

    Para alguns, talvez, o assunto seja meio óbvio. Mas, como tenho visto alguns profissionais perdendo amigos, clientes, empregos, funcionários e oportunidades de negócios em virtude de uma postagem, convido vocês a refletirem sobre cinco considerações:

    Redes pessoais vs redes profissionais – O primeiro passo é saber identificar o perfil de cada rede. Há aquelas com viés profissional e que funcionam como uma ferramenta de networking e de exposição do currículo e há aquelas com caráter mais pessoal. Em redes com viés profissional, é importante ter atenção com a foto do perfil, que deve estar de acordo com o recomendado dentro da sua área de atuação. Já nas redes de cunho pessoal, ainda que sua rede seja restrita a um grupo de amigos, pode acontecer de um contato seu visualizar a publicação ao lado de um potencial empregador ou cliente e, então, o conteúdo servir de fonte para o início de uma conversa sobre a sua personalidade, sob um ponto de vista positivo ou negativo.
    Informe-se com sua empresa sobre a existência de um manual de conduta nas redes sociais – Ao mencionar em sua rede social qualquer referência à empresa na qual atua, tenha certeza de que a companhia está de acordo com a transmissão dessa informação. Tenha especial atenção ao tecer comentários que, de alguma forma, possam envolver parceiros de trabalho, clientes ou fornecedores.
    Não dá para garantir que todos tenham a mesma interpretação – A rede social é um retrato seu para o mundo. Como você quer que seja essa imagem? Pense nisso antes de compartilhar opiniões polêmicas. Um bom teste antes de postar é se perguntar: “eu falaria isso em voz alta no meio do departamento?”. Se a resposta for não, prefira não publicar.
    Mapeie a diversidade do público que circula você – O ambiente social e corporativo está cada vez mais diverso e é preciso atenção para não ofender pessoas dizendo o que não precisava ou emitir opiniões sem preparo emocional para receber réplicas. No calor das discussões, nem sempre nos expressamos da maneira adequada, e isso vale – muito – para o ambiente online.
    É fake ou é News? – Só compartilhe informações se tiver absoluta certeza sobre a veracidade delas. Não dá pra prever a dimensão que uma notícia falsa pode tomar. Imagine ser uma das pessoas responsáveis por fomentar tal informação?
    Estamos sendo vigiados o tempo todo e precisamos aprender a lidar com isso!

    #ficaadica

    * Fernando Mantovani é diretor geral da Robert Half

    Revista VC S/A

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