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Temperatura afeta produtividade de mulheres e homens de formas opostas (27/05/2019)

  • As brigas pelo controle do ar-condicionado não são exclusividade do seu escritório: elas acontecem, acredite, por questões de sexo.
    Por Ingrid Luisa

    Para você render no trabalho, uma coisa é indispensável: que o ambiente esteja minimamente confortável. Grande parte disso, é claro, tem a ver com temperatura. Muitas vezes, o controle do ar-condicionado vira briga na firma. Mas isso só acontece porque, segundo cientistas da Universidade do Sul da Califórnia e da Universidade Técnica de Berlim, mulheres e homens são mais produtivos em temperaturas diferentes. Opostas, na verdade.

    Escrevendo no periódico PLOS One, os cientistas chamam essa diferença de “batalha do termostato”. Eles afirmam que, em temperaturas mais frias, os homens pontuaram mais do que as mulheres em testes verbais e de matemática. Mas, quando a sala ficou mais quente, a pontuação das mulheres aumentou significativamente — e superou a dos homens.

    Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores pediram a mais de 500 estudantes universitários que realizassem alguns testes, por uma hora, em salas com temperaturas entre 16ºC e 33ºC.
    Eles precisaram fazer três tipos de teste: primeiro, resolveram o maior número de problemas matemáticos simples (sem a ajuda de uma calculadora) que conseguissem em um tempo limitado. Depois, precisaram organizar um conjunto de letras no maior número de palavras possível. Por último, eles resolveram uma série de problemas de lógica, considerados de nível difícil.

    O resultado mostrou que, quando os pesquisadores dividiram as respostas entre sexos masculinos e femininos, um padrão claro surgiu: as pontuações nos problemas de lógica não variaram à medida que as temperaturas flutuaram, mas os resultados dos testes de matemática e verbal mudam drasticamente.
    Eles precisaram fazer três tipos de teste: primeiro, resolveram o maior número de problemas matemáticos simples (sem a ajuda de uma calculadora) que conseguissem em um tempo limitado. Depois, precisaram organizar um conjunto de letras no maior número de palavras possível. Por último, eles resolveram uma série de problemas de lógica, considerados de nível difícil.

    O resultado mostrou que, quando os pesquisadores dividiram as respostas entre sexos masculinos e femininos, um padrão claro surgiu: as pontuações nos problemas de lógica não variaram à medida que as temperaturas flutuaram, mas os resultados dos testes de matemática e verbal mudam drasticamente.

    Revista Surperinteressante

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